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3 DE DEZEMBRO - DIA INTERNACIONAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA




Muitos deficientes têm ouvido e sentido que a sua vida, em si, tem pouco valor. E, por isso, sofrem na pele toda a espécie de discriminações como se a deficiência os impedisse de serem úteis à sociedade, de se realizarem e de mostrarem as suas valências e capacidades.

É como se a deficiência fosse um problema individual em que os seus portadores devam adaptar-se à sociedade e procurar, eles próprios, as soluções e os mecanismos de defesa que lhes permitam sobreviver num mundo que os recusa e para o qual não estão preparados.


Muitas organições identificam várias barreiras económicas e sociais que obstam a que o deficiente participe, activamente, na sociedade e possa usufruir de uma boa qualidade de vida. Porque o deficiente tem capacidades por vezes até mais desenvolvidas pela sua especificidade. E a sociedade pode beneficiar delas.



A deficiência é uma questão de direitos humanos. Direitos que são violados, diariamente, em todos os países do mundo. E o que é mais chocante é que estas violações estão institucionalizadas nos sistemas administrativos de cada país. Portugal não é excepção. Em Portugal há cerca de um milhão de pessoas com deficiência. Porém, e apesar da Constituição da República prever a responsabilidade estatal na realização de uma política nacional de prevenção e tratamento, reabilitação e integração dos cidadãos portadores de deficiência e de apoio às suas famílias, a verdade é que estes princípios estão ainda longe de serem respeitados.


Na Sessão Plenária Especial da Assembléia Geral das Nações Unidas para Pessoas com Deficiência (1983-1992), foi aprovada uma resolução que declara o dia 3 de Dezembro, de cada ano, como o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.


A comissão dos Direitos Humanos das Nações Unidas pela Resolução 1993/29 de 5 de Março de 1993 apela a todos os Países-Membros que dêm particular realce a este dia a fim de que as pessoas com deficiência desfrutem, de forma plena e igualitária, dos seus direitos humanos e participação na sociedade.

Em sociedades justas e evoluídas ninguém pode ser discriminado.

UNAMO-NOS POR ESTA CAUSA!

31 comentários:

Cati disse...

Concordo plenamente... e com pequenos gestos podemos fazer a diferença.
Em sociedades justas e evoluídas ninguém pode ser discriminado.

Beijinhos grandes

amigona avó e a neta princesa disse...

Deixa-me dar-te um abraço enorme de SOLIDARIEDADE! Deixa-me dizer-te que quando passo por aqui fico mais rica...rica por te ter conhecido e ler o que escreves,rica em amizade, em afecto...beijo, amiga...

ALEX disse...

Para que nunca ninguém seja discriminado. Apoio inteiramente esta causa.

Boris disse...

Igualde de oportunidades e direitos humanos sempre. Discriminação nunca.

Carminda Pinho disse...

Sempre a solidariedade como um dever e um direito de cidadania.

Boa semana!

Beijinhos

Fragmentos Culturais disse...

Concordo que ninguém se deve abster nesta vontade inabalável de fazer ver a todos os seres que nenhum cidadão deve ficar de fora por se portador de uma deficiência!

Há que passar a palavra, cada um a seu jeito e em local apropriado, criando novas mentalidades!

Um abraço pela solidariedade bem demonstrada neste 'post'!

M.M.MENDONÇA disse...

Venha o mundo das pessoas solidárias para construírem uma barreira contra o egoísmo e a indiferença.

quintarantino disse...

Não é na deficiência física ou até mental que radica o problema, ele está na deficiência/ausência de solidariedade e capacidade de abraçar o semelhante.
Excelente texto, cara amiga.

Tiago R Cardoso disse...

Transcrevo o comentário que dei nos outros lados onde escreveu este texto.
"Embora tendo sido temporário, já senti na pele o que são barreiras arquitectónicas contra deficientes, só nesse aspecto já se ve muita discriminação.
Embora tenham sido aprovadas leis para evitar descriminação a situação tem demorado a mudar.
Mais uma vez a coisa muda-se se muita gente responsável tivesse, temporariamente, de enfrentar os problemas que todos os dias este cidadãos enfrentam."

SILÊNCIO CULPADO disse...

Não podemos continuar a ser coniventes com a discriminação. Que caiam essas barreiras de que falas, Tiago.

GIL disse...

Este dia tem que ser assinalado de forma inequívoca para alertar as instituições para o muito que têm ainda a fazer.

JOY disse...

Minha querida amiga,

Também fiz um post dedicado ao dia de hoje .Estou como não podia deixar de ser solidário com todos os cidadãos portadores de deficiencia que não devem sofrer de qualquer tipo de descreminação e que têm de ser olhados de igual forma por todos nós ,não é um favor que fazemos é antes de tudo um dever para com eles.Numa sociedade dita evoluida outra coisa não é de esperar.

JOY

Sofia disse...

Em relação a este assunto, penso que de há uns anos a esta parte se tem tido uma crescente preocupação em integrar as pessoas com deficiência e em derrubar as barreiras de que falam, no entanto, é certo que ainda há um longo caminho a percorrer. As mentalidades demoram muito a mudar. Este é dos casos em que a tenho visto mudar mais depressa. A todos quantos têm promovido essa mudança de mentalidades, bem-haja!

O Profeta disse...

Claro que não querida amiga, toda a vida tem um fito, vimos cá, vestimos uma roupagem...representamos...somos todos protagonistas de uma comédia de nome...vida...


Doce beijo

Bichodeconta disse...

Junto a minha á tua voz na defesa de um mundo de todos diferentes, todos iguais...

FERNANDA & SONETOS disse...

Olá Amiga, assino esta causa, de SOLIARIEDADE, com toda a força do meu ser.
Beijinhos,
Fernandinha

C.Coelho disse...

Solidariedade para com os mais fracos e desprotegidos. Em sociedades justas e evoluídas ninguém pode ser discriminado.

DS disse...

Solidariedade sempre!
Para que possamos derrubar o egocentrismo, colocar-nos no lugar uns dos outros e avançar juntos!
Muitos beijinhos!

sol poente disse...

Nunca desistir em prol dos direitos daqueles que se vêm deles privados ainda que parcialmente.

Zé Povinho disse...

Quem disse que vivemos numa sociedade justa e evoluída? O próprio Estado não cumpre as leis que dele emanam, como pode exigir aos outros que o façam.
O Estado somos nós, mas só de 4 em 4 anos, porque nesse intervalo mandam os que para lá foram em representação da maioria.
Meditemos no que está mal, no que fizemos mal, e talvez possamos emendar a mão numa próxima oportunidade. Os deficientes são discriminados, muitos outros são também discriminados, ainda que continuemos a pensar que vivemos em democracia, e que nos digam que dispomos todos de iguais oportunidades. Será?
Abraço, hoje um pouco mais azedo do que de costume, do Zé

Pata Negra disse...

Tem sido feita muita coisa - que ainda é tão pouco - no que toca a obstáculos ao quotidiano dos deficentes. Contudo, a maior falha, julgo, prende-se com a inserção no mercado de trabalho. Há uns tempos vi uma reportagem sobre um empregador que apostou na mão de obra de pessoas com deficiência - fiquei sensibilizado. Que o Estado desse o exemplo, já não era mau!
Que cada um encontre a sua realização pessoal independentemente de quem é ou como é...
Um abraço com causa

NÓMADA disse...

Temos um Estado e uma sociedade que estão muito longe do que se possa considerar evoluído. Que estas acções ajudem a contribuir para a mudança.

avelaneiraflorida disse...

TANTO,TANTO AINDA A FAZER!

QUE O GRITO DE ALERTA SEJA OUVIDO!!!

"BRIGADOS" por mais este post!!!!

Bjks!!!

martelo disse...

há que ter cuidado: ainda privatizam os deficientes...

Compadre Alentejano disse...

E pensar que este governo, em vez de legislar para facilitar a vida aos deficientes, faz o contrário.
Aumenta o IRS e retira as comparticipações em próteses, incrível!...
Saudações
Compadre Alentejano

Fátima disse...

Sílêncio Culpado,

Sempre solidária por causas com esta enorme importância. Injustiças e discriminações NÂO!!

:-) Beijinhos

Teresa Durães disse...

a deficiência e a doença crónica. Ninguém pediu para ter e o estigma é enorme. Não há apoios e ainda são perseguidos como se tivessem lepra do tempo da lepra.

Pode parecer exagero mas é uma realidade por mim sentida que tenho uma doença mental crónica. Sou bipolar e a entidade patronal estado tem um gosto mórbido por tramar gente como eu.

Teresa Durães disse...

P.S. Até 1992 a homossexualidade era considerada uma doença mental. Em Portugal ainda há muitos que pensam da mesma forma...

osbandalhos disse...

Para quando o dia internacional das pessoas sem paciência?

SILÊNCIO CULPADO disse...

Bandalhos
O dia internacional das pessoas sem paciência é todos os dias.

Maria da Luz disse...

não á discriminação
solidária