.



SER AUTISTA

AROMAS DE PORTUGAL



Conforme é visível pelos posts e comentários, o autismo enforma várias vertentes de análise e implica conhecimentos profundos sobre determinadas matérias.

É uma patologia complexa, romantizada pela ficção dos livros e do cinema, mas sobre a qual pairam muitas dúvidas ainda.

O meu velho amigo António Almeida, DIREITO DE OPINIÃO sempre atento a todas estas questões para as quais sempre disponibilizou a sua natureza solidária, colocou-me algumas questões sobre o autismo que procurei responder, com base em pesquisas, mas confessando sempre, as minhas dificuldades perante uma área do conhecimento que, até muito recentemente, não me propus desbravar.

Foi pela mão de Mário Relvas, e do seu AROMAS DE PORTUGAL que dei os primeiros passos. E é ele que, respondendo a António Almeida, dará corpo a este post com esclarecimentos simples mas pertinentes.

AA-O autismo é uma doença, ou uma caracteristica com a qual alguns nasceram?

MR-O autismo em geral é de nascença e será descoberto até aos dois anos de idade. No entanto existe o autismo regressivo, o que acontece mais em meninas. Esta situação pode mostrar uma criança "normalíssima" durante anos e de repente fecham-se. Conheço casos assim. Uma criança por volta dos nove anos, depois de um comportamento normal e insuspeito virou autista profunda.

AA-Se é uma doença, qual é a origem? Está estudado ou permanece um mistério?

MR- É uma doença cuja origem não está concluída, podendo ter alguma origem genética, mas estudando-se as hipóteses de alguma ligação às vacinas triplice e aos partos que provocam sofrimento e falta de oxigenação ao bebé.Está tudo em aberto e não há qualquer medicação para o autismo.

AA-Quais os limites para evolução dum autista? Devem existir vários casos documentados.

MR- A evolução de um autista é diversa. Se não houver apoio credível, a nível dos pais, ensino especial e médico, será um ser pesado, sem funções e fechado à volta de nada. Se trabalhado como deve ser, penso que o limite nunca é atingido.Evolui sempre. Consegue-se uma interacção social e com casos de sucesso a nível da integração e até profissional.Depende também do grau de PEA -são diversos- que cada um tem.

AA-Se é uma doença, a mesma é passível de regressão, total ou parcialmente?

MR- Implícita na resposta anterior. Existem casos em que se fala de cura e mesmo que o autismo é tratável.

AA-Provavelmente isto são questões básicas, desculpem a ignorância, mas gostaria de perceber um pouco melhor, o assunto que está aqui em debate/reflexão.

MR- caro amigo, todos tenham curiosidade em entrar nestas temáticas. Podemos não conseguir o milagre da cura, mas teremos certamente o dever de consciencializar e motivar as pessoas/técnicos/médicos/entidades/ associações(pais ... para a situação e certamente os autistas evoluirão e deixarão de ser imaginados como o menino lá longe que passa o dia a balancear a cabeça.
O meu filho é hiperactivo e avançou muito com a nossa insistência na sua integração e desenvolvimento. É pena que quando não está connosco as pessoas que estão com ele, mesmo que com boa vontade, não saibam o que é o autismo e a melhor forma de lidar com ele.

Veja mais em:
AROMAS DE PORTUGAL

ARTE AUTISMO

80 comentários:

Meg disse...

Lídia,
Devo fazer uma correccção. A informação que tenho sobre o autismo vem-me do contacto prolongado que tive com uma amiga com um filho autista, felizmente daqueles que, com muito trabalho, DINHEIRO e paciência infinita, teve algum sucesso. Mas só a observação e acompanhamento me provocaram esta espécie de revolta, porque quando as pessoas falam em autismo não têm a mínima noção da ofensa que estão a fazer aos doentes autistas.
Sei de alguns casos mas nada de científico ou qualquer coisa que se pareça.

É que há situações para as quais nunca é demais chamar a atenção. Eu hoje ao ler a notícia do meu post pergunto porque é que se paga aos agricultores para não produzirem, o mesmo com a pesca, com o vinho... É para manter os preços altos?
Mas que moralidade (se é que isso ainda existe!) é esta?
Não sei responder, não entendo, não gosto deste mundo, foi preciso vie para este país para ouvir falar em fome, mas fome com nome de pessoas, não é fome abstracta...
O que é que andamos a fazer na Lua e em Marte?

Perdoa o lençol

Um grande abraço

M.M.MENDONÇA disse...

Silêncio
Todos os posts são excelentes e este não é excepção. Contudo este post é uma presença viva em que se percebe o alcance do teu blogue que incentiva um comentador a colocar tantas perguntas. Se o Silêncio Culpado fosse meu ele já teria cumprido uma grande missão ao responder a alguém que se interessa por questionar e conhecer o mundo em que vive.
Já visitei, várias vezes, o Aromas de Portugal, por sugestão daqui, e apreciei aquele espaço que procura ser a resposta, que tarda, a tantas perguntas.
Mário Relvas é concerteza um resistente e o que tem representado a sua vida como pai dum autista está nesta frase com que fecha o diálogo:

- O meu filho é hiperactivo e avançou muito com a nossa insistência na sua integração e desenvolvimento. É pena que quando não está connosco as pessoas que estão com ele, mesmo que com boa vontade, não saibam o que é o autismo e a melhor forma de lidar com ele.-

Um abraço, Mário. Que a força nunca te falte!

Sonia disse...

Realmente este é um debate muito importante e que pode ajudar a muitas pessoas que vivenciam o problema como também aos que não tem idéia do que seja o autismo. Parabéns pela iniciativa! Voltarei para acompanhar os outros comentários.

Obrigada Lídia pela visita e simpático comentário a respeito das flores das frutas aqui da Holambra. Amanhã devo postar as fotos das frutas maduras.
Abraços!

MR disse...

Olá,
de silêncio nada tens,
Culpado talvez, pois isto era uma simples resposta a umas perguntas em comentários...o que te agradeço pela tua iniciativa sobre o autismo, uma causa MUNDIAL, mas apenas em embrião em Portugal.

Falta fazer quase tudo.

E não vale a pena falar de coisas que dizem existir e fazer, mas que na realidade não existem para lá da rectórica.

Sabes bem qual o meu e-mail.

Saudações e um sorriso
PS: Viste para aí o Carlos Rocha?O Beezz? A Isabel do arte e design? A Odele da Flavia?Dá-lhes cumprimentos

SILÊNCIO CULPADO disse...

Mário Relvas
Não estás zangado pois não?

Relativamente ao teu e-mail, eu não sei bem não senhor. Sei que há um e-mail que tens no blogue mas não sei se é esse que usas para a abertura do teu blogue. Penso, e socorro-me dos meus fracos conhecimentos de informática, que só com o blogue do Aromas posso enviar um convite que permita o Aromas fazer directamente as postagens,tá?

As pessoas que mencionas no PS são simpáticas e se eu as vir dou-lhes os teus cumprimentos.

Um abraço e um sorriso

Pata Negra disse...

Silêncio,
sempre a trabalhar - parabens!
Não nascemos todos iguais, quem tem por perto alguém diferente sabe o que dói a crueldade com que os colegas aceitam a diferença, sabe o que doem as mãos no bolso dos adultos que não tiveram a oportunidade de viver com a diferença!
A diferença recompensa e quase não seria diferença se não fosse a indiferença dos iguais!
Um abraço reconhecido a lutar por outras formas

Joseph disse...

Silêncio
Esta aproximação aos problemas é fundamental. Eh pá, desde que leio os blogs solidários sinto-me menos ignorante e sendo menos ignorante sou mais útil à sociedade.
Acho este post muito útil porque as perguntas do António Almeida são aquelas que o senso comum põe (eu também ponho) e que foram respondidas de forma clara pelo Mário Relvas.
Sem percebermos do que se está a falar pouco se avança nos direitos pela diferença.
Vou visitar o Aromas porque já estive no Sidadania.
Abraço

MR disse...

"O AUTISMO É TRATÁVEL"

Ao longo da vida, as interrogações dos pais de autistas são constantes e permanentes. Interrogamo-nos vezes sem conta sobre o que fazer para educar e criar condições a uma evolução comportamental dos nossos filhos.
Será o autismo tratável? Todos buscamos uma resposta a esta pergunta, ansiosamente. Eu acredito que o poderá ser, em alguns casos, mas em muitos outros, se devidamente acompanhados, consegue-se uma evolução muito significativa ao longo do espaço temporal.
Sempre defendi o envolvimento da comunidade científica, das instituições e dos pais/famílias no sentido da concertação na educação e desenvolvimento das crianças, jovens e adultos com características do espectro autista. Só assim se consegue um plano de trabalho que percorra as variadas vivências de um autista. O Estado preocupa-se com as instalações escolares e associativas, mas deve sobretudo preocupar-se em estipular um plano de trabalho, a nível nacional, para esta temática, formando técnicos e especializando os professores do ensino especial e centros de actividades ocupacionais (CAO).

MR
Publicado no JN 01NOV07

Menina do Rio disse...

Lidia, eu não tenho formação médica e muito
menos especializada em nada, mas esta é a
forma como vejo o AUTISMO.

A palavra AUTISMO - Pelo que entendo, é
"Voltado pra dentro de si mesmo" não pode
ser considerada "disturbio mental", "desordem
neurológica" ou "transtorno global", pois se assim
fosse, todos teriamos, visto que há momentos "IN "
ou "OUT" na vida de todos. E se como dizem,
usamos apenas 10% do nosso potencial, então
suponhamos que alguém que esteja acima deste
nivel seja considerado AUTISTA.
É como falar outra língua? Ele não nos
compreende, ou não compreendemos ele?
Complexo...

Eu tive uma filha (quer dizer - tenho ) que viveu
02 longos anos sem dizer uma palavra.
Médico? Não!
Diagnóstico? Nenhum!!!
Chamava de " Mente preguiçosa". Até que um dia
ela falou. E não parou mais. Mas é retraída. Ou
seja. Autista pra uns e pra outros não... Tem 18
anos e está cursando o 2º ano de faculdade
(ja nasceu desenhando...) AUTISMO?
Ainda acho que não!

Se fossemos analisar teríamos que usar um
gráfico tipo "escada" para diferenciar os graus,
pois com certeza são muitos.



Penso que tanto o AUTISMO como o HIPERATIVISMO
são caracteristicas, sendo que em alguns elas se
sobressaem mais que em outros. E não devem ser
tratados como doenças.

As discussões são muito boas e sempre leva
ao auto conhecimento, mostra as limitações
e cria novas perspectativas.

Posso não ter conhecimento de causa, mas gosto de explanar o que penso

Um beijo

LUIZ SANTILLI JR. disse...

Lídia

Quero agradecer sua visita ao BOA LEITURA!

Um grande abraço

Luiz

Silvia Madureira disse...

Olá:

Toda a informação que aqui disponibilizes sobre esta doença é de extrema importância para mim. Desconheço em grande parte a doença e estou a aprender. Em cada post vou encontrando aprendizagens novas.

Continua

P.S. estou a começar a adorar Eugénio de Andrade

Joseph disse...

Os indivíduos com o síndroma de Down são meigos e pacificos enquanto me parece que os autistas são ariscos e imprevisíveis. Será assim?
Também me parece que um autista, porque tem um mundo interior que nós não conhecemos, pode também ser um super em áreas do saber que nós lhe estamos a ensinar e ale até sabe mais que nós.Dito por outras palavras, teremos nós capacidade para saber o que é que um autista interiorizou do seu contacto com a experiência?
Como é o dia a dia dos pais dum autista? Ele mexe nos objectos, interfere na vida do casal?
Ninguém tem que me responder. São perguntas que me ocorrem.
Um abraço

NÓMADA disse...

O autista é, em meu entender, entre os diferentes, aquele que revela maiores dificuldades de integração porque não comunica. É também, em meu entender, aquele que exige um maior esforço dos pais e dos professores para obter respostas positivas.
Podem surgir evoluções que lhes permitam fazer uma vida quase normal mas isso será como atravessar um deserto.
Esta situação, no meu ponto de vista, deveria merecer uma atenção central, porque é a mais exigente e porque o ensino especializado, penso eu, será moroso e caro.
Um abraço

Marta Ribeiro disse...

Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras.
Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Passou uma jovem e ficou admirada com a flor.
Logo pensou em Deus. Cortou a flor e a levou para a igreja.
Mas, após uma semana a flor tinha morrido.


Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras.
Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Passou um homem, viu a flor, pensou em Deus, agradeceu e a deixou ali;
Não quis cortá-la para não matá-la.
Mas, dias depois, veio uma tempestade e a flor morreu...



Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras.
Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Passou uma criança e achou que aquela flor era parecida com ela: bonita, mas sozinha.
Decidiu voltar todos os dias.
Um dia regou, outro dia trouxe terra, outro dia podou,
Depois fez um canteiro, colocou adubo...
Um mês depois, lá onde tinha só pedras e uma flor, havia um jardim!...



”Assim se cultiva uma amizade...”

Falando de Amor disse...

Olá, passando pra te deixar um beijo e desejar um ótimo dia...bjos poetisa!

Dalaila disse...

Eu que pouco sabia sobre autismo, fico muito mais esclarecida com este texto e mais ainda com os pormenores

ABEL MARQUES disse...

Lídia
Eu pouco ou nada sabia sobre o autismo que, muitas vezes, é confundido com atraso mental e esquizofrenia. O cinema também tem recriado figuras de autistas mas os problemas reais e o que é mesmo ser autista só estou a aprender agora.
Acho lamentável que não se promovam debates nos orgãos de comunicação com a frequência e intensidade que são necessários sobre todas esta svivências que fazem parte da nossa realidade e que nós desconhecemos.
Um abraço

Boris disse...

Neste mundo de diferenças
não há pessoas iguais,
uns são de todo diferentes
outros são um pouco mais.

Todos temos um caminho
que deve ser perseguido
com toda a perseverança
com o amor reunido.

Ser autista é ser diferente?
Talvez sim e talvez não
o que o torna diferente
é a sua integração.

Porque com o egoismo
as pessoas se esqueceram
que são feitas da matéria
daqueles que não viveram

por se acharem relegados
para um guetto sem valor.
Mas eles com muito amor
podem ser bem integrados

e dar o seu contributo
como cidadãos amados.
Abram os vossos corações
abram também vossas mentes

somos todos bem iguais
porque somos tão diferentes.

G.BRITO disse...

Lídia
Sempre te conheci sonhadora e, ainda bem, porque é com pessoas sonhadoras que acreditam que podem modificar o mundo que nós acreditamos que talvez o mundo se modifique.
Mas deixa-me que te diga que querer a igualdade de oportunidades e a integração dos diferentes de forma digna e natural é uma obra e tanto.
Minha amiga, já reparaste que mesmo aqui no mundo virtual as pessoas não se aceitam umas às outras? Que se discriminam por diferenças de opinião porque? O que queres fazer com pessoas sempre prontas a dar com a cachaporra na cabeça dos que dizem algo que elas não gostam?
Claro que devemos apoiar as causas e fazer com que, através da comunicação, as situações possam ser olhadas de maneira a encontrar formas consensuais de criar mecanismos de apoio e de defesa aos "diferentes". Força com isso!
Um abraço

MR disse...

Olá silêncio,

os autistas têm a sua forma de comunicação.Se falar com um inglês ele não percebe português.O autismo é uma dificuldade no relacionamento com outras pessoas, porque têm a sua própria linguagem e visão.

Para quem não saberá, o autista liga mais aos gestos que às palavras.Experimentem indicar alguma tarefa com linguagem só, depois tentem com gestos ou imagens, verão a diferença.Comunicando com eles através de gestos e falando ao mesmo tempo, aprendem a linguagem verbal.
Tendem a cortar as frases aplicando muitas vezes a ou as últimas palavras da frase.
A alcolália é outra das referências.Repetem vezes sem conta a mesma coisa.Temos que intervir e chamá-los.

No fundo têm a sua linguagem própria.

Quanto a serem ariscos: são por natureza seres que vivem o seu mundo, que não gostam em geral de ser tocados, a não ser pela pessoa que desde bebé a toca, em geral a mãe.Em certos casos até a ela fogem, ou repelem o toque, não com violência mas esquivando-se.

No entanto vejo jovens e adultos que estão institucionalizados, ou têm uma fraca "paciência" dos pais (eu entendo o cansaço)a serem mais agressivos. Têem os seus momentos.Não se pode gritar com eles ou utilizar o "NÃO" constantemente.Deve-se indicar e fazer com eles.

Na realidade vejo os progressos que conseguimpos com o meu filho.Comunica, brinca, conhece as marcas em geral,escreve pelo seu punho coisas lindíssimas:Pai, Mãe, Citroen,TVI,RTP,Bruno... porque nunca desistimos de comunicar com ele, incentivando-o sempre ao convívio e à socialização.
Sobretudo adora dar beijinhos, abraços e gosta das outras pessoas.

A luta é conseguir mantê-lo concentrado, pois estamos a falar de algo e ele está a responder, e, de imediato é capaz de falar sobre outro assunto.

Pequenos pormenores.

PS: veio-me entregar agora os meus CDS, dizendo: estes são do pai.Guarda!
Estavam numa gaveta que ele anda a bisbilhotar e a escolher revistas...

MR disse...

Onde se Lê CDS deve ler-se CDs de música.

Cuidado!eh..eh
saudações e um sorriso

SILÊNCIO CULPADO disse...

MEG
Dizes tudo o que eu sinto e penso. Compreendo a tua revolta porque também me sinto revoltada. Mas penso sempre: por muito pouco que faça, farei o que posso.
Obrigada, amiga, e um abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

M.M.Mendonça
A vida dá-nos forças em situações em que nós não imaginariamos tê-las. E nessas alturas até descobrimos que, para além do nosso caso, ainda há espaço de força para ajudar outros que precisam.
Nas sociedades de abundância verica-se que há maior número de suicídios. Porém, em situações de catástrofe como guerras e terramotos, as pessoas unem-se e querem viver e sobreviver.
Um abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

SONIA
Aprendi em comunicação que "o que não se comunica não existe".
Penso que deveria haver, da parte das instituições, a procura de promover uma informação fidedigna sobre determinadas matérias que acabam por se transformar em papões quando podiam ser lidas e vividas de forma natural.
O teu espaço é um autêntico paraíso captado pela tua arte fotográfica.
Não perderei a visita.
Um abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

PATA NEGRA
Os governos deviam preocupar-se em fazer cumprir essa tal Igualdade de Oportunidades que apregoam e com a qual se comprometeram. Em vez disso prmovem a diferença que mais não seja através do silêncio culpado.
Eu estou a fazer um papel que, em circunstâncias normais, seria desnecessário. Ou seja, chamar a atenção para causas que deviam ocupar um lugar central nas preocupações das nossas sociedades ditas do conhecimento e da informação.
Cada vez que agarro (malamente, mas conforme posso) numa determinada causa, verifico que há muito pouco esclarecimento e que somos nós que nos esclarecemos uns aos outros através da troca de opiniões.
É uma formação e mobilização grosseiras, mas, à falta de melhor, fico toda contente quando alguém me diz que aprendeu com o que aqui é falado.

Um abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

JOSEPH
Eu também acho que estas perguntas e respostas são muito esclarecedoras para quem precisa daquela informação básica. Tudo é importante quando contribui para aproximar e conhecer os diferentes.
Abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

MR
Quando me falas sobre o autismo ser tratável a questão que se coloca é se existe um ensino especial à altura da situação e que apoios são dados aos pais para que desenvolvam as aptidões dos filhos autistas e tenham algum espaço para si próprios.

Um abraço e um sorriso

SILÊNCIO CULPADO disse...

MENINA DO RIO
Onde tu estás o espaço enriquece. Efectivamente deste uma perspectiva que dá para nos pôr a pensar. Eu não tenho conhecimentos suficientes para avaliar as diferentes manifestações de autismo porém acredito que, havendo graus diferentes, há situações que nos passarão despercebidas embora não deixem de existir.
Não quer dizer que seja o caso da tua filha mas até poderá ser.Há autistas sobredotados que tiram cursos universitários e se revelam exímios em determinadas matérias.
Um abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

Luiz Santilli
O teu espaço de BOA LEITURA merece uma romaria porque é um autêntico santuário.

Um abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

SILVIA MADUREIRA
Minha querida a tua presença é para mim de grande importância não só pela amizade como pelo facto de seres professora. Eu acho que um professor devia ser formado sobre características de grupos especiais de forma a que, quando se confrontasse com certas situações, como a que me contas da tua amiga professora que teve, ou tem, um aluno autista,soubesse minimamente como agir.
Um abraço

(Eugénio de Andrade é o maior. Passarei nos jogos com matemática para te deixar um outro que é um dos mais marcantes)

SILÊNCIO CULPADO disse...

MARTA RIBEIRO
Sê bem-vinda ao Silêncio Culpado.
Essa imagem poética é deliciosa. Sim é preciso regar cada flor para que exista um jardim e com ele a vida e a nossa justificação como pessoas.

Um abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

Dalaila
Eu também sabia muito pouco sobre o autismo mas estou a aprender. Acho esta troca de opiniões um autêntico curso intensivo.
Um abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

ABEL MARQUES
Talvez depois de chegarmos ao fim destes debates se consiga concluir alguma coisa que possa ser levada a instâncias superiores. Um texto com abaixo assinado chamando a atenção para necessidade de esclarecer e apoiar a causa dos autistas.

Um abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

BORIS
Os teus versos são lindos, como sempre, e relevam a tua capacidade de dizeres tudo a versejar.

Um abraço não rimado

SILÊNCIO CULPADO disse...

G.BRITO
O sonho comanda a vida. Que seriamos nós sem sonhos? Seres vegetais certamente. Incapazes de emoções.
Relativamente às diferentes sensibilidades que apontas, penso que o princípio fundamental, que nos deve nortear, será o da compreensão do outro mesmo quando, por vezes, esse outro é agressivo. As grandes pressões a que estamos sujeitos, o próprio individualismo que é fomentado como cultura, contribuem para isso. Porém se nós, em situações de menos agrado, respondemos aos tiros, teremos uma guerra e não a sociedade integrada pela qual lutamos e em que acreditamos.
No Silêncio Culpado todas as pessoas são bem-vindas e as diferenças serão respeitadas. Nunca apaguei comentários, dos milhares que foram feitos neste 9 meses de existência do Silêncio e orgulho-me muito dos meus visitantes. De todos os meus visitantes. Como poderia eu defender o direito à diferença e não gostar de quem discorda?
Um abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

Mário Relvas
Aprecio imenso os teus esclarecimentos mas deixa que te diga, este comentário superou tudo. Fiquei a saber mais sobre o Bruno. Eu gosto de crianças e jovens, (para além do meu filho tenho mais um adoptivo que faz 15 anos no próximo dia 1. Não é propriamente adoptado mas o tribunal colocou-o à minha guarda.)
Ajudar a construir uma personalidade é algo que me fascina.Tenho pena de não conhecer o Bruno e de não privar com ele. Gostava de ensiná-lo. Embora nunca tenha estado ligada ao ensino dizem que tenho geito e paciência.
Acho lindo o que me contas sobre ele ser meiguinho e dizer essas coisas.

Quanto ao CDS em vez de CDs, não sou política e se fosse CDS também não me incomodava.Apenas sou vincadamente contra os modelos que atropelam os direitos humanos.

Um abraço e um sorriso

António de Almeida disse...

-Obrigado sincero ao sr Mário Relvas pelas explicações, de facto nunca lidei de perto com o autismo, que apenas por mera coincidência não existe na minha família, ou no meu circulo de amigos, e as versões holliwoodescas não são esclarecedoras, mesmo que a espaços, contribuam com o agendamento da questão. Felicidades.

Nilson Barcelli disse...

O tema é interessantíssimo e o post, bem com a maioria dos comentários, acaba por transmitir alguns conhecimentos a leigos na matéria como eu.

Obrigado pela partilha da análise de assuntos como este.

Beijinhos.

herético disse...

abraços

lua prateada disse...

Se um dia precisares de silêncio para pensar em alguem,lembra-te que em silêncio,alguem pensa em ti...
Que teu fim de semana luminoso, lindo e brilhe para ti!...
Beijinho prateado com carinho
SOL

MR disse...

Silêncio,
Em Portugal não há.Mas se clicares no google -autismo é tratável- encontrarás.E encontrarás também no Aromas de Portugal.Curioso -para mim não o é- é que em quase todos os casos são os pais que deram a volta ao texto.No entanto cara Lídia, temo que não seja tratável no termo do sentido da palavra cura, mas sim, tratável no sentido evolutivo e chegando a um nível de optimização real, que permita uma vida quase autónoma e muitas vezes em emprego protegido, substituindo os CAO.Os CAO -Centro de Actividades Ocupacionais- existem para ocupar aqueles que não têm emprego protegido e têm a obrigação de os tentar enquadrar nesse programa.Dizem não o conseguir.Fica a pergunta:O que fazem para isso?

saudações e um sorriso

amigona avó e a neta princesa disse...

Minha querida Lídia, deixo-te um ABRAÇo de saudades...regressada mas de língua de fora só passo por aqui porque sei que a amizade mora cá e me perdoam esta linguagem numa postagem sobre um assunto tão importante!!!
Logo que possa voltarei amiga e tenho MUITO para ler!!!

MR disse...

«Aprendi em comunicação que "o que não se comunica não existe".»

Eles existem. Eles comunicam se alguém comunicar com eles.Há formas diferentes de comunicar e a nossa não é rainha.

Eles são capazes de dizer que quem não comunica somos nós.Se queres comunicar com um autista vai até ele e não esperes que ele venha até ti.

Faz-me lembrar a célebre frase de J. Kennedy:
"Não perguntes o que a América pode fazer por ti, mas o que tu podes fazer pela América"!

Aqui é o mesmo:O que é que ele pode fazer por nós?Devemos perguntar o que nós podemos fazer por eles.Devemos perguntar-nos:será que comunico com eles?A comunicação só existe se for entre pelo menos duas partes/pessoas.
Eu se quiser pôr o meu filho a rir até à exautão basta-me dizer duas ou três coisas.Não é só dizer, mas também a forma como se diz.

A propósito ele adora o Mr Ben.Desmancha-se a rir...
Enquanto decorre o filme eu vou comentando, com realce para as asneiras que faz e ele desmancha-se.

Depois qd vê de novo diz o que eu disse e sabe as cenas de cor e ri perdidamente.

As coisas no autismo vão progredindo com muito trabalho e muito lentamente.Quem está de fora, sem ver o meu filho durante uns anos, quando o vê fica espantado.

Aconteceu com o Dr Luís Borges do H. Pediátrico de Coimbra.
Perguntou-me o que lhe fizemos?!...

saudações e um sorriso

Brancamar disse...

Lídia,
Tenho estado perdida com uns trabalhos ao serão, mas já espreitei a tua crónica nos 7 pecados mortais e também já vim ler esta. Desculpa ainda não ter comentado.Hoje estopu a acabar uma crónica para um site de uma pessoa amiga mas amanhã virei com amis tempo para opinar.
Agradeço o teu constante e incondicionl apoio. Adorei aquele poema que me deixaste há pouco do Eugénio de Andrade, é lindo, é dos que mais gosto, embora tenha a palavra Adeus que não gosto de usar...dizem os antigos que Adeus é para quem morre, mas nem esses morrem em nós...quando lhes queremos bem.
Volto breve
Beijinhos

SILÊNCIO CULPADO disse...

Mário Relvas
Por acaso fiz essa experiência no google quando pesquisei sobre o autismo. Encontrei o Aromas, sim senhor.
Quando digo que o que não se comunica não existe não me referia à nossa comunicação com o autista mas à causa do autismo e à sensibilização para ela.
A minha pesquisa deu para perceber que não há cura para o autismo, mas há um sem número de possibilidades de transmitir comportamentos sociais e todo um conjunto de conhecimentos que permitem a um portador de autismo viver de forma relativamente integrada.
Um abraço e um sorriso

SILÊNCIO CULPADO disse...

Amigona
Que bom saber-te regressada.

jinhos

SILÊNCIO CULPADO disse...

António Almeida
Um abraço e obrigada pela contribuição.

SILÊNCIO CULPADO disse...

Nilson Barcelli
Não devemos desconhecer as realidades, nem excluir as diferenças, nem desperdiçar oportunidades.

Um abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

Herético
Abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

Lua Prateada
Linda mensagem.

Abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

Brancamar

Gostei de saber de ti. Também não gosto da palavra adeus. Nada é eterno mas fica sempre algo de tudo o que amamos.

Abraço

Mary disse...

Pela primeira vez começo a perceber o que é o autismo. Diziam-me que um autista não falava. A mim parecia-me que o Bruno não falava porque o Filipe não fala. Afinal o Bruno fala e até interage com os pais.
Já percebi que o autismo não se manifesta sempre da mesma maneira e que a forma como é acompanhado é decisiva nos resultados.
A explicação do Mário Relvas neste post para mim foi decisiva para eu compreender.

fotógrafa disse...

Sempre solidária...
abraço

RU2X disse...

Tenho seguido os vários posts sobre o autismo,aqui no silencio e tenho também ido ao Aromas. É um tema que merece ser analisado e uma patologia que deve ser dada a conhecer ao mundo. Quase nada sabendo acerca do autismo, tem-me feito bem as leituras sobre o mesmo. Algo que anteriormente era apenas mais uma das doenças que afligem o ser humano está-se a transformar numa doença que importa divulgar e acima de tudo alertar as pessoas para que tomem acções e se unam, para que haja apoios aqueles que vivem diáriamente com um ser diferente e que certamente dará muito trabalho e preocupações a quem cuida deles.
É preciso alertar a sociedade para esta causa e criar condições para que estes seres humanos tenham uma vida condigna e tenham protecção e quem cuide deles quando os seus progenitores, que sacrificaram uma vida cuidando deles já não tiverem forças para continuar a fazê-lo. É mais um drama humano entre tantos outros que precisa ser divulgado para que a sociedade possa criar condições para lhes dar uma vida digna. Sabemos que não é fácil quer nesta patologia como em tantas outras, mas se nada fizermos continuaremos eternamente a lamentar-nos da falta de estruturas de apoio sem que nada seja feito.Muitas vezes em patologias que desconhecemos estão os maiores dramas e as maiores dificuldades para lidar com as mesmas. É preciso aprender, divulgar e informar e acima de tudo compreender as diferenças,para que algo seja feito.Não nos podemos remeter à nossa letargia crónica se quisermos que a pouco e pouco as coisas mudem, e isto aplica-se não apenas ao autismo mas a tantas outras causas em nossas vidas que provocam em nós sentimentos de revolta sem que nada tenhamos feito para que haja uma mudança.
Um Abraço
Raul

Valsa Lenta disse...

Este blog é cativante, sério e responsável.
Vim ter aqui nem sei bem como. Penso voltar e agradecer cada partilha.

Maria Lage

REVOLTA DE UM POVO disse...

Junta-te a nós.

Divulga

http://vaocomernocupoliticosdemerda.blogspot.com/
A união faz a força do nosso povo.

Sophiamar disse...

Querida Amiga!

Tenho passado por aqui, tenho lido com muito interesse os depoimentos e esclarecimentos feitos a propósito do post e não posso deixar de me culpabilizar por , embora conhecendo em traços largos o que é um autista, não ter um conhecimento mais profundo a fim de poder dar um contributo mais adequado àqueles com quem tenho contactado.

Beijinhosssss

Michael disse...

É sempre tempo para aprender e é sempre tempo para apoiar. As causas existem porque existem situações que carecem dum maior esforço de acompanhamento.
A ignorância e o egoísmo têm que ser erradicados para que possamos ser seres superiores como pretendemos ser.
Um abraço

MR disse...

O Autismo é sobretudo uma forma diferente de estar na vida.
Será que estamos preparados para aceitar e comungar?

Pensem nisso!

e bom fim-de-semana

Isabel-F. disse...

Oi Lidia,


Passei só para te desejar um optimo fim de semana ...

beijinhos


p.s.: tenho seguido com interesse a evolução deste tema.

G.BRITO disse...

Temos que estar preparados para aceitar o autismo e para o partilhar.
Nem todos estavam preparados para aceitar o Einstein mas ele existiu e revolucionou a humanidade.
E se ele era diferente!....
Abraço ao Mário Relvas pela sua militancia pelo autismo e amor pelo filho

Louise disse...

Quanta força será precisa para remar, não direi contra a maré, mas num ambiente hostil, sofrendo talvez uma dor silenciosa?
Entendo o Mário Relvas e a revolta que poderá acometê-lo neste longo caminho em que, num horizonte final, o autista sobrevive as pais e fica sozinho numa terra inóspita que não tem lugar para ele.
Abraço especial para o Mário

Robin Hood disse...

Viva o Silêncio Culpado que procura não ser silêncio nem culpado e promover a paz.
Com grupos e grupinhos uns contra os outros não se edifica, destrói-se.
Estou pelo autismo e apreciei o G.Brito quando fala no Einstein como diferente. Esse homem se calhar até era autista. Começou a falar aos 7 anos e nos primeiros anos de escola achavam que ele era atrasado.Também não gostava de tomar banho.
Mário Relvas, dá cá um abraço. És um resistente e eu aprecio isso.

MR disse...

AUTISMO SEM ESPECIALISTAS


"Autismo: sem tratamento na rede pública"
«O diagnóstico é uma das principais dificuldades para o tratamento da doença. Sem especialistas na rede pública de Saúde, muitos pais recorrem a associações de ajuda aos portadores da doença.»
Brasil:J10 - Rede Globo
Ver Vídeo com a reportagem:
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM773074-7823-AUTISMO+SEM+TRATAMENTO+NA+REDE+PUBLICA,00.html

E EM PORTUGAL?
Está na altura de em Portugal, os responsáveis pela saúde, educação e segurança-social se debruçarem sobre esta problemática:
Qual a política para os Autistas e suas Famílias?
Que sistema de saúde temos?
A nível público como é feito, e por quem, o diagnóstico do Autismo?
Quem está capacitado para a Intervenção Precoce?
Que acompanhamento é dado aos Autistas ao longo da sua vida?
Qual o ensino especial que temos para os autistas?
"Escolas de referência"? Estão dotadas de quê? Que formação têm os docentes/técnicos? O que fazer no período de férias escolares?
E depois do ensino escolar obrigatório?
Como devem funcionar as redes CAO? Lares de apoio e definitivos?
Que faz o Estado no apoio aos Pais e Familiares que estão com os Autistas?
Interrogações urgentes à espera de uma resposta.
É necessário um Plano Nacional Integrado para o Autismo!

No Aromas de Portugal

Agradeço as palavras dos vários comentadores. Não serei um resistente, mas antes um incoformado com aquilo que ninguém quer ver!

O Autismo existe e parece que quem tem "AUTISMO" não são os nossos filhos.É preciso acordar esta gente.PAIS levantem-se e deixem-se de lamúrias.Vamos à verdade.Não sejamos coniventes.

saudações e um sorriso

Vieira Calado disse...

Venho desejar-lhe um óptimo fim de semana.
Beijinhos

Sheila disse...

Quanto mais vou lendo menos autista me sinto no sentido figurado e mais autista me sinto relativamente ao universo significativo de pessoas que sofrem desta patologia.
Dois pontos me parecem merecer especial atenção: um tem a ver com o acompanhamento e ensino especializado que quem sofre de autismo deve ter. Outro tem a ver com o apoio às famílias.
O Mário Relvas é muito lutador e está sempre a procurar saber sobre o autismo o que é muito positivo. O Aromas de Portugal é um santuário de pesquisas e informação que revelam quanto o Mário ama o filho e vive com intensidade a sua situação.

Um abraço Mário

SILÊNCIO CULPADO disse...

MARY
Nós não precisamos ser uns experts sobre o autismo para compreendermos o essencial e procedermos de forma a apoiar e integrar a população autista.
Conta aqui mais a sensibilização e a atitude proactiva do que propriamente o conhecimento profundo das matérias.
Bjs

SILÊNCIO CULPADO disse...

Fotógrafa

Abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

Raul
És um suporte fundamental para qualquer causa pela paixão que pões em tudo que defendes.

Um por todos e todos por um.

Esse será o lema para conseguirmos que, através duma boa comunicação, caiam as barreiras que nos isolam.

Abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

SOPHIAMAR
Todos fossem como tu e o mundo seria bem melhor. Nós não podemos querer saber tudo e culpabilizarmo-nos por o não conseguirmos. Mas a pré-disposição para compreender o outro já é meio caminho andado para fazer a diferença.
O outro meio caminho é fazer sentir através da comunicação que há grupos que necessitam de vários tipos de apoio e da tal igualdade de oportunidades.
Um abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

MICHAEL

Grito contigo: ABAIXO A IGNORÂNCIA E O EGOISMO.

Abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

Mário Relvas
Se não estamos preparados vamos tratar de nos preparar. É para isso que estamos a trocar opiniões e a publicar posts. E, como vês, boas vontades não faltam.
Um abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

Isabel
Bom fim de semana também para ti.
Sobre o tema garanto-te que no que me toca estou bem menos ignorante. Se outros se sentirem como eu, já é um grande avanço.

Um abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

G.Brito

Einstein autista? Quem sabe!?... Os sobredotados são sempre diferentes e há génios bem esquisitos.

Achei giro este teu comentário.

Um abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

Louise
Para que os autistas e suas famílias não remem contra a maré estamos cá nós a fazer força.
Abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

Robin Hood
És dos bons companheiros. daqueles que respondem pronto ao chamamento solidário. Não saias daí porque posts e causas não nos faltam.

Abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

Mário Relvas
Os meus conhecimentos informáticos deixam muito a desejar. Quem mexe bem no computer acha que tudo é óbvio mas quem não mexe, como é o meu caso, é cá um trabalhão.
O teu mail eu desconheço. Se conhecesse o teu mail enviava-te um convite para passares este comentário a post e juntares o vídeo. Mas como não tenho vou alinhavar o novo post conforme posso. Como se diz na gíria: "Quem não tem cão caça com gato".

Um abraço (o sorriso fica para amanhã quando eu conseguir publicar o post).

SILÊNCIO CULPADO disse...

Vieira Calado
Bom fim de semana também para ti.
Abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

SHEILA
Com a tua ajuda o Mário ficará bem melhor porque eu sei que tens muitas valências na área de certas patologias.

Abraço

René disse...

Silêncio
Devagarinho mas estou a aprender. Mas talvez já saiba o q.b. para exercer a minha cidadania. Agradeço a todos e ao Mário Relvas os esclarecimentos que estão sempre a prestar.
Muito bom mesmo este debate.

Abraço